| Laudo preliminar sugere queimadura em menina suspeita de maus-tratos |
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| Qui, 29 de Julho de 2010 07:53 | |||
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Tássia Thum - Do G1 RJ
Polícia investiga a origem do ferimento e se houve erro médico no caso. Pais trocam acusações e brigam pela guarda da criança há 5 anos. Um laudo preliminar do Instituto Médico Legal (IML) divulgado nesta
quarta-feira (28) sugere que o ferimento nas nádegas da menina de 5
anos, que é suspeita de ter sofrido maus-tratos, foi causado por
queimadura. O laudo ainda não é conclusivo. Pela manhã, um outro médico, amigo do pai da criança, afirmou à polícia que o pai ligou no início de julho pedindo indicações de pomadas para uma queimadura na filha. Nesta quarta-feira (28), o médico que prestou o segundo atendimento à menina e lilberou a paciente desacordada não compareceu à segunda convocação para prestar depoimento sobre o caso. O delegado espera ouvi-lo em breve.O fato ocorreu no Hospital Rio Mar, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. A criança está internada em coma há nove dias na UTI pediátrica de um hospital particular em Botafogo, na Zona Sul do Rio, em estado gravíssimo. Ela tem baixa atividade cerebral e os médicos ainda não sabem dizer o que teria provocado o coma. Mãe acusa pai por ferimento A criança convive com o pai há cerca de dois meses. A professora da menina durante esse período prestou depoimento à polícia na segunda-feira (26) e disse que a aluna nunca reclamou de dores para sentar e se ausentou das aulas por cerca de sete dias antes de ser internada. Na ocasião, o pai falou para a professora que a filha estava com crise de sinusite. Defensor tenta proibir pai de visitar a filha "A menina teve uma parada cardíaca na segunda-feira, meia hora após o pai visitá-la. Na ocasião, os médicos registraram no prontuário que a paciente quase faleceu. Acredito que até o final desta semana já teremos um parecer da Justiça em relação a permissão das visitas", declarou o defensor. Crises de convulsão O pai disse ainda que a filha teve uma terceira crise. Desta vez, ele levou a criança para o Hospital das Clínicas de Jacarepaguá, na Zona Oeste. Os médicos da unidade contaram que a menina chegou em estado de saúde crítico. Como o hospital não tem UTI, a menor foi encaminhada para o Hospital Amiu, em Botafogo. Para agilizar a investigação, os peritos do Instituto Médico Legal (IML) necessitam do laudo do exame de pulsão cerebral para detectar se a menina foi vítima de infecção bacteriana. No entanto, o frágil estado de saúde dela ainda não permite o exame.
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